Em breve no Brasil – Domaine Dujac

A Clarets trará em breve ao Brasil um dos melhores produtores de Borgonha – Domaine Dujac.

Domaine Dujac é um produtor de vinho da Borgonha. O Domaine é administrado pela família Seysses; O fundador, Jacques Seysses, ainda está envolvido em sua operação, mas seus filhos Jeremy, Alec e a esposa de Jeremy, Diana,  têm administrado o Domaine por várias safras. Jacques fundou o domínio em 1967, embora o primeiro lançamento foi em 1969.

O domínio começou a usar técnicas orgânicas em um terço de suas vinhas em 2001, como uma experiência para ver se era viável eles fazerem isso por toda propriedade. Foi, e o Domaine foi todo orgânico, incluindo a certificação, em 2008.

Sob o nome de Jacques, o vinho do Domaine foi 100% inteiro prensado ​​e fermentado em barris de carvalho novos. Os vinhos de Grand Cru do Domaine geralmente vem 100% de carvalho novo, os vinhos de Premier Cru vem geralmente de 60-80% de carvalho novo, e os vinhos da vila vem geralmente de 40% de carvalho novo. O vinho envelhece sobre as borras por um ano, e então é removido o dióxido de carbono. O engarrafamento geralmente ocorre em fevereiro ou março.

A agricultura para todas as explorações de vinha no domínio e parcelas que eles trabalham para outros domínios, é toda orgânica; Não são utilizados herbicidas. Afim de reduzir o vigor em vinhas mais jovens, eles usam cordão de formação.

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EM BREVE | Vinho Comentado com Manoel Beato

Em breve a Clarets irá nos proporcionar um novo conceito em degustação e informação de vinhos.

Você está convidado a fazer parte do Vinho Comentado. Um programa com com dicas, experiências, harmonizações e muito mais. Apresentado pelo nosso famigerado sommelier Manoel Beato.

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É a CLARETS mais uma vez saindo na frente e inovando para trazer para você o melhor do mundo do vinho!

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Um dos mais valiosos vinhos do mundo

O Château Mouton Rothschild 1990 é um dos grandes ícones de Pauillac, sub-região de Bordeaux, França. O Château está localizado na margem esquerda do rio Gironde.


Este vinho é um “Premier Grand Cru Classé” de acordo com a classificação oficial dos vinhos de Bordeaux 1855.

O Mouton Rothschild se destaca por ter rótulos com pinturas de artistas famosos em cada uma de suas safras, sendo que o rótulo da safra 1990 foi pintado por Francis Bacon.

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Astoria Corderie Valdobiadenne – 89 Pontos na Revista Adega

ASTORIA CORDERIE VALDOBBIADENE PROSECCO SUPERIORE EXTRA DRY

Astoria, Vêneto, Itália (Clarets R$124). Espumante extra-dry elaborado pelo método Charmat exclusivamente a partir de uvas Glera advindas de Valdobbiadene. Fresco e de boa tipicidade, apresenta frutas brancas e de caroço maduras escoltadas por notas florais, minerais e de ervas, que se mostram tanto no nariz quanto na boca. Cremoso, tem boca gostosa e frutada, acidez vibrante e final com toques salinos e cítricos, que exigem a companhia de queijo de cabra fresco. Álcool 11,5%. EM

Revista Adega – Edição 136

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Os dois maiores ícones do Vêneto

Dal Forno Romano Amarone Della Valpolicella 1997 e Quintarelli Amarone Della Valpolicella Clássico 1997 são elaborados predominantemente com as uvas Corvina, Rondinella, Molinara passificadas e com teor alcoólico podendo chegar a 17%.

A região do Vêneto foi habitada desde a pré-história. A partir do século I a.C., fez parte do Império Romano, que incorporou os vénetos, como Regio X Venetia et Histria. Depois da queda do Império Romano, foi invadida por diversos povos bárbaros (godos, hérulos, hunos e lombardos). Esta última invasão é descrita por Paulo, o Diácono na sua Historia Langobardorum. Entre o século VI e século VIII, ocorreu uma divisão sempre mais nítida entre o Vêneto interno, sob o domínio lombardo e a Veneza marítima dependente do Império Bizantino e do exarcado de Ravena. Grande parte da população e as autoridades religiosas se transferiram das cidades do interior aos centros lagunares (Grado, Torcello, Caorle, Malamocco e Civitas Nova ou Eraclea). Com a conquista lombarda de Ravena na metade do século VIII, o território lagunar adquiriu uma crescente independência do Império Bizantino do qual permaneceu formalmente dependente. Com a transferência da sede do duque bizantino de Civitas Nova, sobre a terra firme, a Malamocco, nas ilhas lagunares, e depois, no início do século VIII, a “Rivoalto” (atual Rialto), originou-se a cidade de Veneza.

Além do italiano, a maioria da população fala a língua vêneta, também difundido no sul do Brasil, onde é conhecido como talian, nas zonas vinícolas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e em comunidades nos estados do Paraná, São Paulo e Espírito Santo.

Depois de ter sido uma região agrícola, terra pobre e de emigração, o Vêneto tornou-se numa das regiões mais ricas da Itália.

Dal Forno Romano Amarone Della Valpolicella 1997 e Quintarelli Amarone Della Valpolicella Clássico 1997 certamente, vinhos que fazem a história do Vêneto.

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Consagrado há décadas pelos críticos e admiradores

Château Talbot é uma adega da produtora Saint-Julien da região de Bordeaux, na França. Château Talbot é também o nome do vinho tinto produzido por esta propriedade. Foi classificado como um dos dez Quatrièmes Crus Classés (Cuartos Crescimentos) na Classificação Oficial do Vinho de Bordeaux de 1855.

História

O castelo costumava ser propriedade de Sir John Talbot, governador da Aquitânia, conde de Shrewsbury, no século 15.  A propriedade pertenceu ao Marquês de Aux por várias décadas, recebendo suas primeiras listas de Cocks & Féret em 1846 e 1855 e quarta classificação de crescimento em 1855, foi então comprada por Monsieur A. Claverie em 1899 antes de ser adquirida por Désiré Cordier em 1917. Seu filho Georges, então seu neto Jean herdou a propriedade e desde sua morte em 1993 os proprietários atuais são suas filhas Lorraine Rustmann e Nancy Bignon-Cordier, a quarta geração da família Cordier.

Produção

A área de vinha de Chateau Talbot estende-se por 102 hectares, localizado a uma curta distância do estuário da Gironda, está entre os maiores em Bordeaux. A distribuição das castas de vinho tinto é de 68% Cabernet Sauvignon, 28% Merlot e 4% Petit Verdot. A idade média das vinhas é de 42 anos com rendimento de 45 hl / ha. Existem também variedades de uvas brancas cultivadas em 4 ha (9,9 acres), atribuídas a 80% de Sauvignon blanc e 20% de Sémillon. Todas as uvas são colhidas à mão com não menos de 180 colheitadeiras e podem ser fermentadas em tanques de madeira ou aço inoxidável.

Château Talbot produz três vinhos; Um vinho do mesmo nome, Connétable de Talbot, lançado desde a vindima de 1979, respectivamente com idade entre 15 e 12 meses em barril de carvalho, e um dos vinhos brancos secos mais antigos do Médoc, Caillou Blanc.

Fonte: Wikipedia

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Domaines Ott Chateau de Selle 2015 recebe 92 pontos da Revista Adega

Considerado um dos melhores, senão o melhor produtor da Provence, o Domaines Ott elabora este rosé a partir de 63% Grenache, 22% Cirasault, 10% Syralt e 5% Cabernet Sauvignon. Austero, profundo, cheio de força e tensão, mostra aromas de frutas vermelhas e cítricas frescas seguidos de notas florais e minerais.  Mas é no palato que merece atenção. Tem ótima textura, acidez refrescante e final persistente, esbanjando mineralidade e toques salinos. Um vinho que justifica a fama que tem, para mexer com a cabeça dos mais céticos com relação aos rosados. Álcool 13%. EM

Revista Adega – Edição 135

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La Croix de Beaucaillou 2011

Segundo vinho do reputado  Château Ducru Beaucaillou, este tinto é elaborado a partir de 95% Cabernet Sauvignon e 5% Merlot, com estágio em barricas de carvalhoJovem no nariz, mostra cassis, ameixas e amoras, seguidas de notas florais, de especiarias doces e de alcaçuz, além de toques de tabaco e de mocha. No palato, confirma essa juventude, mas já mostra ótima textura de taninos acompanhada de gostosa acidez e final longo e persistente, com toques de grafite. Álcool 13%.

AD 91 Pontos da Revista ADEGA

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Clarets na lista dos 100 vinhos do ano

A Clarets aparece com 4 Rótulos na edição Especial de Vinhos da Revista Prazeres da Mesa n°161.

Cada vez fica mais difícil escolher os 100 melhores vinhos do ano da revista ADEGA. Junte a pressão (auto-imposta) de fazer algo sempre melhor do que no ano anterior ao fato de estarmos degustando mais vinhos do que nunca e isso se torna óbvio. Neste ano, nossa equipe degustou mais de 6 mil vinhos, e destes selecionamos e publicamos cerca de 1.500. Transformar 1.500 em 100 dá origem a horas de discussão, frases do tipo “você lembra” e “lembra como ele se destacou” e, às vezes, até um sentimento de culpa perante a excelentes vinhos que não fazem parte da lista final.

Lembramos que nosso TOP 100 é elaborado no estilo “editor’s pick” (uma seleção dos editores), um momento em que combinamos nossa paixão com aspectos racionais de pontuação, disponibilidade e preço.

No caso da disponibilidade, excluímos da seleção qualquer vinho que não pode ser comprado, como as safras antigas e indisponíveis. Mantivemos os vinhos especiais que já degustamos e estão para serem lançados, pois obviamente queremos que você, leitor, possa aproveitar esse conhecimento prévio.

Ao pesar o componente preço, aconteceu a parte mais implacável da seleção. Ao elaborar a lista em ordem decrescente de pontuação, garantimos que, apesar de nossa paixão por alguns vinhos, um preço mais alto do que o de uma pontuação abaixo era eliminatório. Assim, você pode ter a certeza de que cada vinho representa realmente o melhor que se pode comprar por aquele preço e, portanto, além de grandes vinhos, são todos best buys.

Apesar da racionalidade ter acompanhado a geração dessa lista, aqui só se encontram aqueles que, em taça, foram capazes de nos abalar, nos surpreenderam, derrubaram premissas e criaram novas certezas, aqueles que nos encantaram e que foram capazes de gravar para sempre um momento e sua sensação.

Queremos parabenizar produtores e enólogos que elaboraram estes vinhos e garantir a você que compraríamos cada um deles e os degustaríamos com nossos melhores amigos.

Texto: Revista Adega (Editado)

Compre agora os 4 vinhos da Clarets na seleção dos TOP 100 de 2016:

6º Lugar: Gaja
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29º Lugar: Mâcon-Verzé
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39º Lugar: Domaines Ott
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91º Lugar: Leoville Barton
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O melhor de Cos D’estourmel você encontra na Clarets

De repente, em meio aos vinhedos, surgem três torres que destoam na paisagem do Médoc. Ao observar mais atentamente, vemos que são três pagodes. Por um momento, imaginamos ter deixado Bordeaux para trás e ido diretamente para algum país asiático. Ao nos aproximarmos, essa impressão torna-se ainda mais forte.

Sobre o portal de entrada (um arco, na verdade) que ostenta o nome Cos d’Estournel, há um leão e um unicórnio. Em seguida, diante do edifício inspirado nas construções persas, um jardim com espelho d’água, palmeiras e estátuas de elefantes indianos. A suntuosa porta esculpida veio diretamente de Zanzibar, um arquipélago na costa leste da África, dominado por sultões até meados do século XX.

Zanzibar era um dos portos de parada para os navios de comércio com as Índias antigamente. O palácio dos sultões de sua famosa Cidade de Pedra, aliás, lembra muito a fachada do prédio erigido no Médoc a mando de Louis Gaspard d’Estournel, que ficaria conhecido como o “Marajá de Saint-Estèphe”.

Marajá

De família abastada, Louis Gaspard herdou terras em Saint-Estèphe, onde, em 1811, construiria uma vinícola no vilarejo de Cos – termo gascão para colina de seixos, que teria derivado do francês colline de cailloux, “encurtado” para caux. Nascido em 1762, ainda no reinado de Luís XV, o “marajá” viveu em tempos turbulentos da história francesa até morrer aos 91 anos, em 1853, quando a França já estava sob as ordens de Napoleão III – que dois anos mais tarde instituiria a famosa Classificação de 1855. Nela, os vinhos de Cos d’Estournel apareceriam como Deuxième Cru Classé, os melhores entre seus pares de Saint-Estèpehe.

Antes de se instalar em Bordeaux, Louis Gaspard viveu muitos anos como mercador, passando muito tempo no oriente, onde teve contato com as culturas que influenciariam a arquitetura e decoração de sua vinícola. Após herdar diversas terras no Médoc, decidiu vinificar separadamente os vinhos de Cos. Para isso, mandou construir o “chais” (armazém) tão singular que paira sobre a paisagem bordalesa até hoje. O lugar originalmente não é um Château, pois não é uma mansão familiar, apenas um local de produção e estoque de vinho, daí o termo não ser empregado ao se tratar de Cos d’Estournel.

A vinícola, graças a sua arquitetura extravagante, certamente causou espanto na época. Ela foi construída a poucos metros de distância do consagrado Château Lafite-Rothschild, com o qual seus vinhedos fazem fronteira. Em pouco tempo, Louis Gaspard conseguiu que seus vinhos ganhassem grande reputação, sendo exportados para os mais distantes lugares, inclusive a Índia. Para promover seu vinho, ele organizava festas nababescas em que fazia questão de servir, para algumas das pessoas mais importantes da época – incluindo a rainha Vitória, Napoleão III, os czares russos, Júlio Verne, Karl Marx e Stendhal –, seus aclamados vinhos “retour des Indes” (barris que embarcavam para as Índias e depois voltavam “envelhecidos”; chegando a ser cultuados na época). Diante disso tudo, a acunha de Marajá de Saint-Estèphe não demorou a surgir.

Sempre fiel

Louis Gaspard investiu muito na construção e decoração de sua monumental vinícola asiática, trazendo peças de todos os cantos do mundo. Em seu brasão, colocou o mote “Semper fidelis” (sempre fiel, sempre leal). Ele está escorado por um leão, símbolo do poder, e um unicórnio, símbolo da pureza. Em suas correspondências, Estournel sempre frisava: “Nada deve ser negligenciado”.

Sua dedicação, no entanto, não foi suficiente para saldar as dívidas contraídas com o embelezamento da propriedade, que acabou vendida para banqueiros ingleses em 1852. Três anos depois, o trabalho foi reconhecido e Cos d’Estournel apareceu entre os segundos vinhos na Classificação de 1855, encomendada por Napoleão III – que tinha particular apreço pelo Cos, adquirindo muitas garrafas para seu palácio em Paris. Na época, suas safras eram vendidas por preços superiores à maioria dos Deuxième Crus.

De 1869 até 1917, a propriedade passou por uma sucessão de donos até a Fernand Ginestet, um dos principais negociantes de vinho de Bordeaux. Sua filha, Arlette, casaria-se com um Prats e, dessa forma, em 1971, a propriedade acabou nas mãos de Bruno Prats, neto de Ginestet. Ele se tornaria o grande embaixador do vinho, investindo e reestruturando a propriedade, construindo novas cubas, colocando ar condicionado na sala de barricas, fazendo melhorias nos vinhedos etc.

No entanto, em 1998, os Prats venderam Cos, que no ano 2000 acabou nas mãos do atual proprietário, Michel Reybier, empresário do ramo hoteleiro, que além de Cos ainda possui propriedades em Tokaji, produzindo vinhos ainda em Champagne. Reybier, contudo, manteve em sua equipe Jean-Guillaume Prats, filho de Bruno, como gerente geral de Cos d’Estournel. Em 2013, Prats deixou o comando da empresa para aventurar-se com o grupo LVMH, dando lugar a Aymeric de Gironde.

Terroir

O estilo do vinho da propriedade se difere um pouco de seus pares em Saint-Estèphe, denominação do Médoc que faz divisa ao sul com Pauillac. Uma das explicações estaria no solo de Cos, que apresenta mais cascalho e menos areia do que grande parte das propriedades de Saint-Estèphe, sendo mais parecida com os de Pauillac – inclusive com seu vizinho logo ao sul, o Château Lafite. Por outro lado, a alta proporção de Merlot (cerca de 40% do vinhedo) não é similar às de Pauillac.

Ao todo, são 91 hectares de vinhedos. A parte mais alta é dedicada às vinhas de Cabernet Sauvignon, cerca de 58% do total, com os 2% restantes de Cabernet Franc. A mescla no vinho, contudo, varia, sendo predominante em Cabernet Sauvignon (com média de mais de 70%) e por volta de um quinto de Merlot, com traços de Cabernet Franc.

A densidade da vinha é alta, de 8 a 10 mil plantas por hectare, sendo que a média de idade é de 35 anos – algumas, porém, podem alcançar mais de 70 anos. Somente vinhas com mais de 20 anos são usadas para compor o vinho principal. O rendimento é em torno de 40 a 45 hectolitros por hectare.

Apenas o Merlot é resfriado antes da fermentação, que ocorre com leveduras indígenas. A maceração pós-fermentativa tende a ser longa. As diferentes variedades são mescladas antes de o vinho seguir para as barricas. A proporção de uso de carvalho novo varia conforme a safra, dependendo da estrutura do vinho. Safras mais leves como 1987, por exemplo, tiveram apenas 35% de barricas novas. Já safras mais poderosas como 1989, por exemplo, usaram 90%. Depois de envelhecer por 18 meses, ele é refinado mas não filtrado antes de ir para a garrafa.

As uvas das vinhas mais jovens são mescladas para dar origem ao segundo vinho da propriedade, o Les Pagodes de Cos. Outros quatro vinhos são produzidos pela equipe de Cos, mas suas uvas não vêm da mesma propriedade. São eles: Cos d’Estournel Blanc, Château Marbuzet, Goulée e Goulée Blanc.

Cos d’Estournel costuma ser um vinho opulento, com uma personalidade mais suntuosa de que seus pares em Saint- Estèphe. Ainda assim, não pode ser considerado um vinho rústico ou duro, devido à elegância que ostenta. “Elegância masculina”, como descreve a equipe de Cos. Sua profundidade de cor e de aromas encanta, com especiarias e muito vigor. Os taninos tendem a ser domados pela suculência da Merlot. Quando jovem, o vinho pode parecer muito concentrado, impressionando. Por tudo isso, ainda pode envelhecer lindamente.

Texto: REVISTA ADEGA

Por Arnaldo Grizzo

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