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França

Champagne

O silêncio do solo, a voz do vinho

A Champagne Clandestin, localizada em Landreville, no departamento de Aube, foi criada por Benoît Doussot, um dos viticultores mais promissores da nova geração da Champagne. Natural de Beaune, na Bourgogne, Doussot é um defensor da viticultura orgânica. Há cerca de 10 anos, ele produz vinhos precisos graças a uma seleção exclusiva e rigorosa de uvas, reflexo do seu estilo e da sua filosofia. Para isso, explorou os solos e terroirs do sul da Champagne em busca das terras ideais.

A Clandestin oferece uma originalidade rara e uma autenticidade regional singular.
Clandestin, que significa escondido ou secreto, faz referência à origem deste Champagne: um borgonhês que seleciona parcelas de Pinot Noir da região de Aube com exposições diferentes — Boreal (Norte) e Austral (Sul) — todas sobre solos kimmeridgianos. Benoît Doussot também seleciona parcelas de Chardonnay em solos portlandianos.

Os Champagnes seduzem os puristas pela sua bela mineralidade, pelo equilíbrio do assemblage e pela precisão. Graças à exigência de colheitas com maturação perfeita (algo geralmente raro na Champagne), esses vinhos podem ser engarrafados sem adição de dosagem, permitindo que o terroir se expresse plenamente. São Champagnes excepcionais, de qualidade incomparável.

Artadi busca não fazer vinhos, mas traduzir a voz do solo

Ao tratar a terra como um organismo vivo, Artadi adota uma agricultura ecológica, sem uso de substâncias químicas, guiada por um profundo respeito à biodiversidade. Cada vinha é cuidada como um indivíduo, e os processos de produção seguem uma lógica artesanal e atenta. A colheita é manual, realizada em pequenas caixas para preservar a integridade dos cachos. A fermentação ocorre com leveduras indígenas, respeitando o tempo natural de cada mosto, e o estágio se dá em barricas de diversos tamanhos, discretamente utilizadas, permitindo que o vinho evolua com elegância, sem maquiagem de carvalho.

A filosofia da vinícola está ancorada na ideia de que tradição e inovação não são opostas, mas companheiras. Com um olhar voltado para o futuro, mas os pés firmes na história, Artadi organiza sua produção de forma hierárquica, valorizando a origem específica de cada vinho — das expressões regionais às parcelas únicas.

Na Bodega Artadi, fazer vinho não é repetir fórmulas, mas escutar o solo, entender as estações e trabalhar com sensibilidade. É esse compromisso com o lugar — e com as pessoas que o interpretam — que transforma cada garrafa em uma tradução precisa da natureza e do tempo.

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