Pureza, sensibilidade e a força dos brancos do SudRevermont
Domaine Labet, um dos mais aclamados produtores de vinhos brancos naturais do mundo, é uma propriedade familiar com uma história que remonta a 1893. Fundado como um domaine de policultura, onde o vinho era uma das várias atividades, o projeto foi modernizado em 1974 por Josie e Alain Labet. Hoje, é gerenciado pela nova geração da família: os irmãos Julien, Romain e Charline Labet.
Localizada na região de Sud-Revermont, ao sul de Jura — área que também abriga produtores renomados como Jean-François Ganevat — a propriedade cresceu de 2,5 para 12 hectares. Todos os vinhedos foram convertidos progressivamente para a agricultura orgânica, e a família trabalha com um patrimônio valioso de vinhas com mais de 60 anos.
O terroir do domaine é dividido em três setores distintos: Les Varrons, com solo de argila descalcificada e exposição sul; La Bardette, com solo argilo-calcário e exposição oeste; e En Chalasse, com solo de argila azul.
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Vinhas antigas, agricultura orgânica e vinificação sensível: a essência que orienta a busca da família Labet por brancos puros e autênticos.
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Alain Labet foi um pioneiro na produção de vinhos brancos sem estágio oxidativo, revelando o potencial da Chardonnay e da Savagnin quando elaborados dessa forma. Essa filosofia de produzir vinhos puros e autênticos continua sendo o pilar da vinícola, que é hoje uma referência tanto para seus brancos quanto para os vinhos com caráter oxidativo. O Domaine Labet se tornou um dos produtores mais procurados e valorizados da região, e a alta demanda por seus vinhos reflete a paixão e a qualidade do trabalho da família.
A filosofia da vinícola está ancorada na ideia de que tradição e inovação não são opostas, mas companheiras. Com um olhar voltado para o futuro, mas os pés firmes na história, Artadi organiza sua produção de forma hierárquica, valorizando a origem específica de cada vinho — das expressões regionais às parcelas únicas.
Na Bodega Artadi, fazer vinho não é repetir fórmulas, mas escutar o solo, entender as estações e trabalhar com sensibilidade. É esse compromisso com o lugar — e com as pessoas que o interpretam — que transforma cada garrafa em uma tradução precisa da natureza e do tempo.
OS VINHOS






