A expressão pura do Valle de Uco em vinhos de mínima intervenção
A história da Tiano & Nareno começou em 1908, quando dois jovens italianos,Nazzareno Savina (Nareno), de 18 anos, e Sebastiano Accorrà (Tiano), de 20, deixaram sua terra natal e, após 18 dias de travessia, chegaram ao porto de Buenos Aires. Em busca de uma nova vida, viajaram 1.000 km para o oeste, até a região de Mendoza, onde já se cultivavam vinhas aos pés da Cordilheira dos Andes.
Foi ali que eles se estabeleceram e dedicaram suas vidas ao trabalho nos vinhedos. Com o passar dos anos, identificaram e selecionaram as melhores parcelas das castas Malbec, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot.
Décadas depois, os descendentes decidiram honrar o legado da família. O projeto foi liderado por Ariel Savina, neto de Tiano e Nareno, em parceria com Didier Depond, presidente das renomadas casas de Champagne Delamotte e Salon.
De 2005 a 2010, um trabalho minucioso foi realizado para reviver os vinhedos e produzir a primeira safra. Ariel, Didier, o enólogo Roberto de la Mota e o sobrinho de Ariel, Luis Perocco, uniram esforços para dar vida ao sonho familiar.
Atualmente, Ariel Savina lidera a vinícola em grandes altitudes no Valle de Uco e em Luján de Cuyo. O resultado dessa dedicação é o Travesia 1908, um vinho especial e de produção extremamente limitada — apenas 6.000 garrafas por ano — que se tornou uma das cuvées mais cobiçadas da América do Sul.
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Menos é mais: microvinificações artesanais, mínima intervenção e respeito absoluto ao terroir para revelar a essência de Gualtallary.
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As uvas dos vinhos PerSe Iubileus, La Craie e Uni del Bonnesant vêm de lotes selecionados no Monte Alabanza, em Gualtallary. Plantadas em diferentes densidades e sistemas, harmonizam solo, clima e planta. Em altitudes elevadas, preferem condução gobelet para reduzir vigor e produção por cepa. A irrigação é mínima e, nas maiores altitudes, buscam cultivo “secano”, algo inédito na região.
O clima frio e solos calcários conferem equilíbrio e elegância, tornando esses vinhedos únicos. Em Gualtallary, as temperaturas médias são até 6 graus mais baixas que em Mendoza, reforçando a singularidade deste terroir.
OS VINHOS






